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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Efeito Bolha: Calote de construtoras leva CEF ao banco dos réus

A Caixa Seguros conseguiu ontem afastar sua responsabilidade subsidiária por débitos trabalhistas de uma construtora, contratada para concluir obras inacabadas em contratos de financiamento habitacional. (...)

A ação analisada ontem teve origem no Rio de Janeiro, onde uma construtora envolvida em contratos de financiamento habitacional deixou de concluir imóveis em um conjunto de prédios. Com isso, a Caixa – que ofereceu os seguros – contratou uma nova construtora para entregar as obras.

Mas essa nova construtora deixou para trás dívidas trabalhistas. O resultado é que centenas de empregados entraram na Justiça contra a empresa e também contra a Caixa, argumentando que a companhia de seguros teria responsabilidade subsidiária pelas dívidas da construtora.

Na maioria das ações, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, no Rio de Janeiro, condenou a Caixa Seguros a responder pelas dívidas trabalhistas, ao lado da construtora. A companhia recorreu ao TST argumentando que não é responsável subsidiária por esses débitos. (...)

E os efeitos da bolha estão só começando...
 
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Da Suíça, importante órgão internacional adverte Brasil para a bolha imobiliária

A advertência foi feita em relatório distribuído no dia 25 de junho, em Basileia, na Suíça, pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS). Segundo a instituição, as economias em ritmo acelerado de desenvolvimento apresentam sintomas semelhantes ao período pré-crise na Irlanda, Espanha e Reino Unido. Para o BIS, o momento deve ser de cautela para as economias emergentes, apesar dos altos índices de crescimento. "As economias de mercado emergentes escaparam da última crise", diz a instituição. "Agora precisam tomar nota daquela que é provavelmente a lição mais importante: é melhor prevenir do que remediar."
 
Os técnicos da instituição alertam que o mundo emergente começa a verificar desequilíbrios macroeconômicos que precisam ser enfrentados. O primeiro deles diz respeito às pressões inflacionárias, que se verificam em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil. (...)
Outro motivo de preocupação em relação aos emergentes é a comparação com países em crise. Segundo o BIS, um exemplo concreto é o mercado imobiliário. Entre 2002 e 2006, o preço médio dos imóveis subiu 15% na Espanha, 11,1% no Reino Unido e 10,2% na Irlanda - países hoje em crise ou com baixo crescimento do PIB. Entre 2006 e 2010, o preço médio dos imóveis na China aumentou 11,3%. (...)
Também o crescimento do crédito preocupa. Enquanto no Brasil o aumento foi de 24,7% e na China de 20,2% entre 2006 e 2010, na Irlanda e na Espanha a taxa de crescimento havia girado em torno dos 20% entre 2002 e 2006. 

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Efeito Bolha: Endividamento do brasileiro é recorde

Dívida total do consumidor atingiu R$ 653 bilhões em abril e equivale a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e da Previdência 

O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, crédito para compra de veículos e imóveis, incluindo recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), corresponde a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e dos benefícios pagos pela Previdência Social no País, aponta um estudo da LCA Consultores ao qual o ‘Estado’ teve acesso.
"Houve uma forte aceleração do endividamento", afirma o economista Wermeson França, responsável pelo estudo. (...)
Dados de outro estudo intitulado "Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras", da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), confirmam o avanço do endividamento do consumidor. De janeiro a maio deste ano, 64%, em média, das famílias que vivem nas 27 capitais do País tinham dívidas, ante 61% em igual período de 2010. O valor médio da dívida aumentou quase 18%, de R$ 1.298 mensais, entre janeiro e maio do ano passado, para R$ 1.527 mensais em igual período deste ano.
Segundo Altamiro Carvalho, assessor econômico da Fecomércio-SP, "As vendas do comércio a partir de março apontam para uma forte desaceleração do consumo" (..)
 
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Exame.com: Especialistas apresentam "6 sinais" da bolha imobiliária no Brasil


EXAME.com apresenta seis sinais de que já existe uma bolha imobiliária no Brasil e que os preços, em breve, começarão a cair:

1 - Os preços já subiram muito
Para especialistas, a única condição sine qua non para a existência de qualquer bolha é uma abrupta alta de preços. E é exatamente isso vem acontecendo no Brasil recentemente.

2 – Os aluguéis de escritórios de alto padrão estão entre os mais altos do mundo
Não são apenas os imóveis residenciais que já estão com preços altos quando comparados aos de outros países. O aluguel de edifícios comerciais de altíssimo padrão, voltados para abrigar escritórios de grandes empresas, também já está entre os mais custosos do mundo.

3 – O crédito imobiliário cresce tão rápido que pode faltar dinheiro
Ninguém duvida que o crédito imobiliário foi um fator importante para a alta recente dos preços dos imóveis no Brasil. (...) O problema do crédito imobiliário no Brasil é que há poucas fontes de financiamentos para que os bancos levantem dinheiro para continuar emprestando. Hoje o “funding” dos bancos é basicamente formado por recursos da caderneta de poupança e do FGTS – mas, até 2013, esses recursos deverão se esgotar.

4 – Comprar imóveis residenciais para alugar virou mau negócio
Para o professor William Eid Jr., coordenador do Centro de Estudos em Finanças da EAESP-FGV, o principal sinal de que há uma bolha de preços no mercado imobiliário brasileiro reside no fato de que o valor dos aluguéis é hoje proporcionalmente muito baixo quando comparado ao preço de venda das propriedades. (...) Segundo o professor, entretanto, o ajuste do mercado imobiliário deverá ocorrer a partir de agora com a queda do preço dos imóveis – e não com a alta dos valores de locação. “Como os brasileiros não têm renda para pagar aluguéis muito mais altos, uma hora o preço dos imóveis terá de cair”, diz.

5 – Especialistas já falam em bolha das salinhas comerciais
Nos últimos meses, milhares de pessoas investiram boa parte de suas poupanças na compra de salinhas comerciais ou escritórios de 40 a 200 metros quadrados em São Paulo. Para o professor João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, há “nitidamente” uma bolha nos preços de venda desse tipo de imóvel. (...) O erro do investidor é achar que o momento de alta dos preços vai durar para sempre”, diz. (...) “O problema é que muita gente tem se endividado para fechar esse tipo de negócio e corre o risco de ter o imóvel retomado pelo banco lá na frente.” Diversos especialistas já comparam a atual onda de lançamentos de salinhas à bolha dos flats (fotos) de 20 anos atrás. Na década de 1990, muita gente comprou esse tipo de produto porque se disseminou no mercado a ideia de que seria fácil obter aluguéis vantajosos. Anos depois, milhares de flats esperavam vazios a chegada de um locatário. (...) Não acredite nos anúncios de salas comerciais que têm sido publicados nos jornais e que prometem uma renda mensal de 140 reais o metro quadrado para imóveis localizados em bairros sem nenhuma vocação comercial.

6 – Os preços sobem apesar dos juros em alta
Juros em alta são sempre uma política adequada para desmontar bolhas – seja no mercado imobiliário ou acionário. A lógica é a seguinte: se é possível conseguir uma remuneração bem interessante com investimentos de renda fixa em que o risco é próximo de zero, por que alguém vai se aventurar a especular com ações ou imóveis? Ao menos na bolsa, a decisão do Banco Central (foto) de elevar os juros de 8,75% para 12,25% ao ano nos últimos meses tem tido efeito. Inclusive as ações das maiores incorporadoras do país estão entre as que mais sofreram na BM&FBovespa nos últimos meses. Estranhamente, o mercado imobiliário andou na contramão e não se importou muito com o aperto monetário. A Selic tende a continuar alta nos próximos meses, o que deve aumentar ainda mais a atratividade da renda fixa. Diz o professor William Eid, da FGV: “Se alguém tem 1 milhão de reais e coloca o dinheiro na poupança, vai obter um rendimento líquido e certo de 6.000 reais por mês. Em lugares como São Paulo, esse dinheiro é suficiente para comprar um imóvel que pode ser alugado por 3.000 ou 4.000 reais. Então por que correr risco e compra-lo ao invés de aproveitar os valores baixos para locação?” Na opinião dele, os preços dos imóveis naturalmente cairão à medida que as pessoas percebam essa distorção.

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domingo, 26 de junho de 2011

De Genebra, outro importante órgão financeiro alerta para bolha imobiliária no Brasil

O Banco de Pagamentos Internacionais (BPI) advertiu os países emergentes neste domingo do risco de seus níveis de dívida, da alta dos preços da habitação e para que estejam atentos para não seguirem o mesmo caminho que conduziu as economias avançadas à crise.

"As economias emergentes conseguiram superar a pior fase da crise, mas muitos correm agora o perigo de criarem desequilíbrios similares aos observados em economias avançadas antes da crise", informou o BPI em seu relatório anual, apresentado durante sua assembleia geral realizada neste final de semana na cidade suíça da Basileia.

"Por exemplo, os valores da habitação em vários mercados emergentes sobem em níveis assustadores e o endividamento do setor privado está aumentando rapidamente", advertiu o BPI, considerado o banco de todos os bancos centrais. Em seus discurso, o diretor-geral do BPI, o espanhol Jaime Caruana, também alertou para o perigo.

"Várias economias emergentes das regiões mais dinâmicas do planeta dão sinais preocupantes de um boom de crédito insustentável", analisou Caruana em discurso feito aos representantes dos bancos centrais.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) já havia alertado sobre o perigo ao rever suas previsões econômicas semestrais, em 17 de junho. Alguns países emergentes correm um risco de "superaquecimento", o que representa uma ameaça para a economia mundial, analisou o economista-chefe Olivier Blanchard.



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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Alerta: BC prorroga medida adotada no auge da crise financeira internacional

Apesar de todas as negativas e evasivas sobre a Bolha Imobiliária, o Banco Central decidiu prorrogar para 30 de dezembro de 2011 a medida que permite aos bancos deduzirem do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo operações de compra de ativos e depósitos interfinanceiros (DI) de outros bancos. A medida foi inicialmente adotada no auge da crise financeira internacional, de modo a garantir liquidez para bancos pequenos e médios. Atualmente, só as operações com instituições pequenas (patrimônio de referência de R$ 2,5 bilhões) são contempladas pelo benefício.

Diz o ditado: para bom entendedor meia palavra basta!

 
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Efeito Bolha: Em 2011, Bovespa já caiu mais que bolsa da Grécia

Enquanto o mercado de ações brasileiro acumula perdas de mais de 11% este ano, a Bolsa de Atenas registra queda inferior a 10%.

 

Um país está à beira do colapso de suas finanças públicas e o outro acaba de receber uma melhora na nota de classificação de risco soberano, dentro do grau de investimento. Porém, as bolsas de valores dessas duas nações parecem viver em universos diferentes. Enquanto a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acumula perdas de mais de 11% no ano (-11,37%), sem ainda se beneficiar da avaliação de ambiente ainda mais seguro no Brasil para os investidores globais, a Bolsa de Atenas, na Grécia, registra queda inferior a 10% (-9,79%) em 2011. Os dados referem-se aos fechamentos dos mercados até ontem. Para o economista da Senso Corretora, Antônio César Amarante, o fato é no mínimo hilário e denota a falta de congruência dos mercados no atual momento da economia global.


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terça-feira, 21 de junho de 2011

Diferença entre valor do aluguel e financiamento imobiliário confirma bolha

De acordo dados que comparam a alta do valor dos aluguéis e a alta do preço dos imóveis novos, o país já apresenta sintomas de uma "bolha", pois o distanciamento entre entre esses dois indicadores é maior que sua média histórica.

Na opinião do professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo, Willian Eid Junior, o momento não é bom para adquirir um imóvel. "e você quer morar bem, alugue. Deixe seu dinheiro aplicado e com ele pague o aluguel de um bom imóvel" afirma. (...)

Para o professor, esse descompasso de crescimento das taxas dá indícios de que o mercado imobiliário enfrenta uma "bolha". De acordo com ele, os preços dos imóveis aumentaram demais devido à ampla oferta de crédito no país, enquanto a renda mensal do comprador não vem apresentando taxa de aumento na mesma proporção. Por isso, os proprietários acabam cobrando aluguéis menores, de até 0,3% do valor do imóvel, ao invés do 0,6% recomendado para que o proprietário obtenha rentabilidade.

Por isso, se um poupador tem R$ 200 mil guardados para comprar à vista um imóvel de mesmo valor, poderia aplicá-los na poupança, por exemplo, que rende cerca de 0,6% ao mês, e obter o suficiente para pagar o aluguel sem mexer no patrimônio inicial - considerando que o aluguel do imóvel escolhido por ele fosse de 0,6% do valor do imóvel, prática mais comum do mercado. Assim, ele manteria os R$ 200 mil e usaria parte de seu salário para pagar somente o condomínio, deixando para comprar o imóvel quando o preço ficasse mais atrativo.


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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Coincidência??? Mais uma matéria do Financial Times destaca bolha e inadimplência no Brasil

Existe um ditado que diz: "cavalo ganhou corrida uma vez, sorte! Ganhou duas vezes, olho nele! Ganhou três vezes, aposte nele!"

Parece que a sequência de matérias a respeito da bolha não é mera especulação da "zelite"...

Em nova matéria, o Financial Times aponta que a inadimplência deve subir em um terço neste ano, alimentando o risco de estouro do boom. O volume de empréstimos em atraso de 90 dias cresceu rapidamente nos últimos meses, para 6,1%, e deve atingir 8% até o fim do ano, conforme Ricardo Loureiro, presidente da Experian Latin America.

A alta deve-se à falta de educação financeira entre os novos consumidores e à ausência de melhores informações sobre o histórico de pagamentos dos clientes.


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Financial Times: Títulos brasileiros indicam crise

Segundo jornal, curva de rendimentos de títulos de Brasil e Índia apresentam padrões semelhantes aos de Grécia, Portugal e Irlanda.

 

Um indicador de mercado atentamente acompanhado por analistas financeiros - a curva de rendimento de títulos públicos - poderia indicar problemas à vista na economia brasileira, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal britânico Financial Times. 

O jornal observa que existe uma teoria amplamente aceita de que juros nos títulos de curto prazo mais altos do que nos de longo prazo são a indicação de que a economia do país ruma a uma forte desaceleração ou até mesmo uma recessão. 

Segundo a reportagem, os países cuja curva de rendimento de títulos públicos apresentam as maiores diferenças entre os juros de curto e de longo prazo são Grécia, Portugal e Irlanda, os três países europeus que enfrentam graves problemas financeiros e tiveram que receber ajuda externa para honrar o pagamento de suas dívidas. 

"O que pode ser mais surpreendente, porém, é que os próximos da fila são os 'queridinhos' do mercado emergente Brasil e Índia", observa o jornal

Segundo a reportagem, nas últimas semanas a curva de rendimento em ambos os países se inverteu - no Brasil de forma mais acentuada - conforme os bancos centrais aumentaram as taxas básicas de juros para tentar controlar o aumento da inflação, levando alguns analistas a prever que uma desaceleração está a caminho. 


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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Megainvestidor do mercado imobiliário iniciou "fuga" do Brasil em 2010

O Equity International, grupo do megainvestidor norte-americano Sam Zell, vendeu parte de sua fatia de cerca de 11,48% na imobiliária Gafisa. O negócio fez os papéis da empresa negociados na BM&FBovespa caírem 6,2%. (...)

Zell, investidor com foco no setor imobiliário e de mídia, vendeu a fatia da construtora brasileira no final de 2010, após o índice que reúne as incorporadoras listadas na BM&FBovespa ter acumulado perdas de 11% no ano e de os ADRs da Gafisa terem caído 20% no mesmo período. (...)

"Isso soa um alarme", disse à Bloomberg Cristiano Hees, analista da Brascan Corretora. "É muito negativo. Pode ser que eles vejam algo no setor como um todo."

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Desespero leva imobiliárias mineiras a iniciar campanha contra corretores independentes


Sentindo os efeitos da crise, muitas imobiliárias de pequeno porte e corretores independentes, pela necessidade de se manter no mercado, já estão realizando avaliações de imóveis cada vez mais próximas da realidade. 

Mas o que era para ser apenas um movimento natural de um mercado saturado vem se transformando em uma guerra para os grandes grupos do setor imobiliário mineiro. Para evitar a queda dos preços e estancar os efeitos da bolha, as grandes imobiliárias do estado, contando com o peleguismo e a subserviência pecuniária de alguns veículos de comunicação, deram início a uma inacreditável "Campanha de Demonização" dos corretores independentes, a partir de uma matéria que chama esses profissionais de "camelôs de imóveis", comparando-os a verdadeiros "foras-da-lei".

A alegação de que a maioria desses profissionais atua de forma "irregular", sem o Creci, não é comprovada em nenhum trecho da matéria. Para dramatizar ainda mais, um dos entrevistados chega ao ponto de afirmar que já foi ameaçado de morte por combater os corretores ilegais, mas em nenhum momento diz que tem como comprovar tal ameaça.

Tal fato só pode ter uma explicação: DESESPERO!

E para os céticos de plantão, ficam as perguntas:

Por quê não iniciaram essa "Cruzada Ética" na época das "vacas gordas"?
Por quê somente agora, em meio a uma crise imobiliária, descobriram esse problema?

Para aqueles que quiserem ler a matéria e tirar suas próprias conclusões, segue o link:


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Vídeo: Reportagem da Globo mostra novo golpe das construtoras


Nessa nova modalidade de golpe, sob a falsa promessa do financiamento pré-aprovado, pessoas são orientadas a assinar contratos de compra, pagar o valor do sinal, e somente depois são informadas que, na verdade, não têm direito ao financiamento. Nesses casos, a construtora fica com parte do valor do sinal como "multa" pela quebra de contrato por parte do comprador. Vários desses casos já estão na justiça.

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sábado, 11 de junho de 2011

Valor Econômico: construtoras apanham com inflação

A alta da inflação e, consequentemente, o processo de aperto monetário e mais as medidas macroprudenciais estão afetando em cheio o mercado. No entanto, esse movimento não ocorre de forma homogênea na bolsa. As ações de bancos e de construtoras vêm sofrendo mais do que a maioria dos setores. A expectativa dos investidores é que a alta da Selic e as medidas macroprudenciais afetem significativamente a demanda por crédito. 


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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Alta do juro complica ainda mais o mercado imobiliário

Investidores sacaram R$ 108 bilhões das cadernetas e fundos de renda fixa receberam mais R$ 3,4 bilhões em maio, tendência que deve se manter este mês. 

Essse movimento confirma matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, em 26/05/2011 (pág C1), que afirma que a poupança - que vem sendo a grande financiadora do mercado imobiliário - vai, segundo a própria matéria, "secar" em 2012.

De acordo com a matéria de hoje, a caderneta de poupança fica ainda menos atrativa com a nova alta de 0,25 ponto porcentual promovida na taxa básica de juros (Selic). Os fundos de renda fixa e alguns títulos do Tesouro Direto, por sua vez, fazem o caminho contrário e se consolidam como boas alternativas aos pequenos investidores.

Segundo o Banco Central, em maio, os investidores sacaram R$ 1,3 bilhão mais do que depositaram na poupança.

Já os fundos de renda fixa receberam novos depósitos de R$ 3,4 bilhões durante o mês passado, de acordo com a Anbima (associação que representa as entidades do mercado financeiro). Os dois resultados são os maiores registrados em maio desde 2006.

 
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Começou a quebradeira: CEF leiloa imóveis por um terço do valor


Caixa Econômica Federal realiza pregão nesta terça-feira (07/06); até agosto, outros três bancos farão esse tipo de venda.

Arremate não precisa ser feito à vista, mas o comprador deve pagar a comissão do leiloeiro no momento da aquisição.

Ter grandes descontos na compra de um imóvel é a intenção de quem procura leilões imobiliários.
 
Na próxima terça-feira, a CEF (Caixa Econômica Federal) oferecerá imóveis na capital e na Grande São Paulo com lances que chegam a um terço da avaliação de mercado do bem.
 
A oportunidade parece boa e não é a única. O Bradesco tem dois leilões previstos para junho, o Itaú colocará à disposição imóveis em julho, e o Santander, em agosto. 

Apesar do preço e do crédito, os compradores devem estar atentos aos inconvenientes da oferta. Os imóveis à disposição são bens retomados por falta de pagamento das prestações do financiamento como a garantia do crédito é o imóvel em nome do banco, a empresa pode leiloá-lo após 60 dias de atraso. Nem todos estão vazios, o que dificulta o trabalho do arrematante. A partir da compra, ele será responsável pela desocupação do bem.


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domingo, 5 de junho de 2011

Folha de São Paulo: Não compre imóveis, nem ações de construtoras

A desaceleração do setor vem refletindo também nas ações de construtoras na Bolsa.

"Não é hora de comprar imóvel nem ação das empresas. O momento é muito delicado", diz o economista e professor da BBS. "Os preços, tanto de imóveis quanto de ações, perderam o contato com a realidade. Não é um bom investimento hoje." 

O analista da Votorantim cita a deterioração geral da Bolsa como um aspecto bastante negativo para as empresas do setor imobiliário, muito dependente de capital estrangeiro. 

O Imob, índice que mede o desempenho de 18 ações do setor imobiliário na Bovespa, acumula queda de 7,6% no ano até 27 de maio, um pouco pior que o do Ibovespa --que reúne as ações mais líquidas da bolsa paulista e registra queda de 7,2% no mesmo intervalo. 

"Enquanto a bolsa continuar enfraquecida, o setor imobiliário não deve ser uma aposta", avalia Pereira. Ele cita ainda a forte pressão de custos sofrida pelas grandes empresas do setor no quarto trimestre de 2010 como responsável por passar uma mensagem negativa aos investidores.


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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Jornal do Comércio: aumentam as dívidas das incorporadoras


Pressionadas pelo ritmo de vendas menor e a necessidade de entregar os lançamentos feitos ao longo de 2010, as incorporadoras estão mais alavancadas em relação ao final do ano passado (...)

Entre janeiro e março, a dívida líquida das seis maiores empresas do setor (PDG, Cyrela, Gafisa, MRV, Rossi e Brookfield) cresceu 10,5% em relação ao final do ano passado, beirando os R$ 12 bilhões. (...)


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