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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Revista Exame: Especialista confirma bolha imobiliária e alerta "O alarme da bolha é estridente"

Para professor do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, só a desinformação dos pequenos investidores pode explicar os preços que vêm sendo pagos

Em meio à falta de consenso entre especialistas, um dos poucos pontos de concordância é que o valor de venda das salinhas comerciais – que servem para abrigar escritórios de pequenas empresas ou consultórios, por exemplo – já passou dos limites. O que está acontecendo nesse mercado seria algo parecido com a bolha dos flats, que estourou na década de 1990 e gerou perdas a milhares de investidores.

Para o professor João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, os preços das salinhas comerciais só chegaram aos atuais patamares em cidades com São Paulo devido à desinformação das pessoas que estão investindo nesses imóveis. Leia abaixo um resumo de sua argumentação, extraída da carta trimestral do Núcleo de Real Estate da Poli-USP:

(...) Só há motivos para preocupação quando o preço dos imóveis sobe acima da estrutura de custos das construtoras. É isso que está acontecendo agora com imóveis residenciais e comerciais. No primeiro semestre, a demanda por imóveis residenciais caiu, os custos da construção cresceram de forma moderada (...)

Em um mercado com oferta e demanda equilibradas, o preço deveria ser suficiente para cobrir os custos de construção, dar uma margem de cobertura de incertezas (necessária no Brasil porque o preço de um imóvel novo costuma ser fechado anos antes da conclusão da obra) e garantir um retorno adequado ao risco do empreendedor. Mas não é isso que está acontecendo. As evidências são de que o preço dos imóveis residenciais está acima de seu valor justo. O problema é ainda maior no mercado de salinhas comerciais.

Em tese, há três explicações que poderiam levar o Brasil a uma bolha imobiliária: 

1) crédito irresponsável; 

2) forte presença de capital especulativo;

3) investidores desinformados. 

O segundo fator que poderia estar por trás de uma bolha também pode ser descartado. No Brasil, não há forte presença de capital especulativo. (...) A baixa velocidade das transações com imóveis pode comprometer o ponto de saída do especulador, fazendo com que o investidor agressivo possa perder os lucros antes de realizá-los.

Já investidor desinformado há em grandes quantidades no Brasil, especialmente no segmento dos pequenos imóveis de escritórios. Pipocam por aí lançamentos vendidos em sua totalidade com apoio em desinformação. O investidor é induzido a julgar o preço de venda por meio da sua comparação com valores irreais de locação que permitiriam a obtenção de retornos equivalentes a 10% ao ano com aluguéis.

Trata-se de uma fantasia corrente que embute uma série de vulnerabilidades. Considerando um preço de 8.778 reais por metro quadrado para uma salinha comercial e uma série de premissas otimistas (imóvel sem vacância, aluguéis reajustados pelo IGP-M todos os anos, edifício que permanece competitivo por duas décadas mesmo sem novos investimentos e ausência de custos com corretagem), é provável que o investidor obtenha uma taxa de retorno de 5% a 6% ao ano. Dessa forma, mesmo no melhor cenário, serão necessários ao menos 15 anos para a pessoa recuperar o capital investido.

As pessoas continuam comprando porque acham que imóveis, mesmo com suas restrições de liquidez, podem funcionar como ativos especulativos de curto prazo. O problema é que a compra é feita na planta. A renda mensal gerada pelo aluguel, portanto, só será recebida após a conclusão das obras, que em geral duram ao redor de três anos.

Em testes de estresse em que foram considerados cenários mais pessimistas (com eventuais períodos de vacância e despesas com imobiliárias, por exemplo), o retorno chega a cair para 3% a 4% ao ano. Se os cálculos forem feitos de uma forma realista, é provável que o investidor não recupere o dinheiro aplicado nem em 20 anos.

A única explicação para que o mercado continue aquecido é que há um grande número de investidores desinformados. Quando os prédios de escritórios em construção previstos para serem entregues no segundo semestre de 2012 chegarem ao mercado, os aluguéis provavelmente atingirão níveis mais baixos, provocando uma sensível desvalorização desses imóveis. O alarme de bolha é estridente.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Estadão: Índice de inadimplência medido pela Serasa subiu 13,1%


As altas taxas de juros e o cenário de economia menos aquecida impulsionaram a inadimplência das empresas. O volume de contas não honradas das empresas subiu 13,1% no primeiro semestre ante o mesmo período de 2010, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas, divulgado nessa quinta-feira, 28. 

As dívidas não saldadas com bancos tiveram valor médio de R$ 5.018,33 de janeiro a junho, alta de 5,8% ante o mesmo período de 2010. A Serasa Experian também verificou elevação de 2,7% no valor médio dos cheques sem fundo, para R$ 2.064,77; dos títulos protestados, de 7,6%, para R$ 1.742,60; e das dívidas junto às instituições não bancárias, de 0,7%, para R$ 743,04.

 
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Estadão: Endividamento das famílias e calote atingem níveis alarmantes e históricos

Depois da farra de compras que levou o brasileiro a atingir elevados níveis de endividamento, o consumidor agora está recorrendo a linhas de crédito mais caras, como cheque especial e cartão de crédito, para cobrir outras dívidas

(...) O que explica esse movimento, segundo o economista, é o endividamento excessivo do consumidor. "Existia um clima de euforia na economia brasileira que fez com que as pessoas assumissem dívidas além do nível considerado ótimo."

Essa também é a avaliação do economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Nicola Tingas. "O problema hoje é o excesso de consumo sem critério", diz o economista. Ele ressalta que o fluxo de caixa do consumidor piorou especialmente porque, na virada de abril para maio, a inflação aumentou e corroeu uma parte da renda.

Nas Contas da LCA, tanto o comprometimento da renda familiar para pagamento de dívidas, hoje em 23%, como o endividamento total das famílias, que corresponde a 40% da massa anual de salários e rendimentos da Previdência Social, atingiram os níveis mais altos da série histórica desses indicadores.

Segundo Borges, esse aumento de endividamento e do comprometimento da renda já está levando ao crescimento da inadimplência, efeito que deve piorar nos próximos meses (...).

A consultoria projeta que o calote do consumidor com prestações atrasadas a mais de 90 dias encerre o ano com alta de 7,3%, acima dos 5,7% registrados em 2010 (...) 

Dados da Associação Comercial de São Paulo mostram que, na primeira quinzena de julho, o número de carnês inadimplentes cresceu 21,9% em relação a igual período de 2010 e das dívidas renegociadas, 17%. Em junho, o calote havia aumentado 14,2% na comparação anual e a renegociação, 11%.

"A inadimplência está aumentando por causa do descontrole do gasto e do aperto do crédito", afirma o economista da entidade, Emílio Alfieri.

"Daqui para frente, vamos começar a ter uma piora nas condições de crédito por deterioração cíclica, associada ao aumento da inadimplência", diz Borges. Isso significa que a Selic pode até parar de subir, como sinalizou o Banco Central, mas os juros cobrados do consumidor devem seguir em rota ascendente. O motivo desse descompasso é a alta da inadimplência, um dos componentes do spread bancário. 

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mercado Imobiliário assume bolha no setor e queda dos preços


Colaboração do leitor gdjaime

Os imóveis novos estão demorando mais para serem comercializados na capital. E essa desaceleração no setor imobiliário tem impactado nos preços, cujo ritmo de aumento perdeu fôlego.(...)

(...) Agora, a expectativa é de que, caso esta desaceleração continue, os preços se estabilizem ou até caiam, na medida que os empreendedores reduzam seu lucro ou custos de construção para aumentar a concorrência no mercado”, analisa o diretor da Embraesp, Luiz Pompeia. “O preço de algumas regiões da cidade está além do aceitável e há espaço para eventuais quedas”, afirma.

O economista-chefe do Sindicato da Habitação (Secovi) Celso Petrucci, afirma que não há espaço para aumento de preço (...)

Recomendações - Pompeia recomenda para quem está em busca de um imóvel novo, mas sem necessidade imediata, esperar um pouco mais para realizar a compra. “Se precisar comprar agora, deve pesquisar muito e pechinchar. O momento é propício para isso.”

Conforme dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), as vendas de imóveis na cidade de São Paulo registraram queda de 34% entre janeiro e maio com relação ao mesmo período do ano passado. 

No primeiro trimestre deste ano, a queda das vendas era em torno de 50%.


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sábado, 23 de julho de 2011

Nós alertamos: Desaquecimento é grave, diz a Confederação Nacional da Indústria


A indústria deu sinais claros em junho de que perdeu o fôlego, segundo analistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). "Estamos com praticamente todos os indicadores apontando para a mesma direção: a do desaquecimento do setor", avaliou o economista da entidade, Renato Fonseca. "No mês anterior, ainda estávamos na dúvida, mas agora estamos certos", acrescentou.

O economista Marcelo Azevedo, também da entidade, salientou que, além da avaliação dos industriais de que o uso da capacidade instalada está baixo para o mês em questão há sete meses, a indústria acumulou estoques indesejados no último trimestre. "O cenário ficou mais grave do que apontava no início do trimestre", considerou. "Fica evidente a diferença em relação a 2010", continuou.

Azevedo acrescentou que as questões financeiras das companhias também continuaram piorando e que as perspectivas para as exportações se deterioraram no mês passado. 

Segundo Renato Fonseca, além da valorização do real, prejudica as vendas externas da indústria a competição com os produtos asiáticos, que tem sido muito forte, principalmente da China. "A indústria brasileira está perdendo mercado na Europa e no Mercosul", salientou

A CNI avalia que o segundo trimestre de 2011 mostra uma "evidente queda" na demanda por produtos industriais domésticos, impactando fortemente a indústria brasileira. "A queda na atividade industrial é evidente (...) O cenário segue negativo, apesar do efeito sazonal positivo do fim do ano: o acúmulo indesejado de estoques e a maior dificuldade no acesso ao crédito sinalizam um cenário desfavorável para os próximos meses", trouxe o documento da entidade.

Em junho do ano passado, o nível de atividade marcou 51,8 pontos. "A atividade industrial está perdendo a força", resumiu o documento.


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terça-feira, 19 de julho de 2011

Estadão: Inadimplência sobe 22% na 1ª quinzena de julho

O registro de inadimplentes da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aumentou 21,9% na primeira quinzena deste mês ante o mesmo período de julho de 2010, crescimento superior aos 17% verificados, na mesma base de comparação, entre os que conseguiram renegociar a dívida e, portanto, deixaram a lista de devedores. De acordo com a entidade, a inadimplência "em alta gradual" é provocada pelo descontrole dos gastos do consumidor e pelas medidas de contenção do crédito adotadas pelo governo para combater a inflação.


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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Efeito Bolha: Diferença entre valor de imóvel novo e usado ultrapassa 60%

A diferença de valor do metro quadrado médio entre lançamentos e imóveis usados ultrapassa os 60% em algumas áreas de São Paulo; é o que mostra levantamento feito pela Folha com unidades de três quartos em imobiliárias.


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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Folha de São Paulo: Classes C e D à beira da falência

O vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival, disse que o objetivo do crédito mudou: as pessoas não estão se endividando para comprar bens, mas para pagar as despesas do mês

Percival afirma que esse movimento faz parte do ciclo de endividamento e reflete a maneira encontrada pelas famílias com mais dívidas para passar por esse momento de aperto no crédito. 

"(...) O problema é quando a riqueza não cresce na mesma proporção que a dívida." 

Fernando Blanco, do Instituto para o Desenvolvimento da Cultura do Crédito, diz que a mudança reflete ainda a dificuldade das famílias das classes C/D em lidar com pioras nas condições de crédito. 

"Essas pessoas têm nível muito alto de endividamento, e, quando acontece algo, não têm para onde correr." 

A facilidade de acesso é outra explicação para o aumento no uso do cheque especial e do parcelamento das faturas de cartão. 

 
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Efeito Bolha: Faturamento do varejo de material de construção cai 30%

O faturamento do comércio varejista da região metropolitana de São Paulo registrou queda de 3,8% em comparação a maio de 2010, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 14, pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). (...)

A queda no faturamento do comércio varejista em maio ante o mesmo mês de 2010 foi puxada por um recuo forte no desempenho de quatro setores: lojas de material de construção (-29,4%), eletrodomésticos e eletroeletrônicos (-22,6%), móveis e decorações (-19,3) e lojas de departamento (-11,7%). 


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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Folha de São Paulo: Bolha Imobiliária faz venda de imóveis recuar 34% no ano

As vendas de imóveis novos residenciais na capital paulista registraram queda de 34,3% nos primeiros cinco meses do ano ante igual período em 2010, somando 8.964 unidades comercializadas, de acordo com a pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgada nesta quarta-feira. 


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terça-feira, 12 de julho de 2011

Valor Econômico: Para mascarar a crise, empresas estão recomprando suas ações


Com a queda de quase 10% nos preços das ações desde o início do ano, muitas empresas anunciaram ou renovaram programas de recompra de papéis - até junho, foram 25 companhias. Só a Vale vai desembolsar até US$ 3 bilhões para recomprar 5,9% das ações em circulação. Desde o anúncio, no dia 30, os papéis preferenciais da mineradora já subiram 3,79%. 

A meta é mostrar ao investidor que elas acreditam na própria operação e que os papéis valem mais que o mercado julga.


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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Valor Econômico: Estouro da bolha já provoca desemprego na construção civil

 
Embora ainda não haja nenhum indicador oficial que confirme ou aponte queda nas contratações, para muitas empresas, a crise da escassez de mão de obra dá claros indícios de arrefecimento. Uma resposta à desaceleração do setor imobiliário no segundo trimestre de 2011.

(...) "A euforia acabou e, inclusive, alguns desses profissionais contratados a peso de ouro já estão sendo liberados", completa um executivo do setor.

"O quadro está revertendo e, em algumas obras, os funcionários estão sendo dispensados, o que não acontecia antes.", afirma Adalberto Bueno Netto, sócio da Bueno Netto, empresa que incorpora e constrói obras próprias e para terceiros.

Na avaliação de um diretor de uma companhia aberta, a situação já foi mais crítica. "As contratações voltaram à normalidade", diz. "A velocidade de vendas no segundo trimestre caiu sim, está mais difícil vender imóveis caros em regiões nobres", admite.

(Valor Econômico pág. B9 - São Paulo/SP - 08/07/2011)

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Folha de São Paulo: Venda de imóveis e aluguel continuam a cair

A venda de imóveis usados na capital paulista voltou a cair em maio, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). Foi a segunda queda consecutiva na comparação mensal.
Segundo a pesquisa, feita com 476 imobiliárias, o índice de vendas foi de 0,5221 em abril para 0,4937 no mês seguinte. 

A locação de imóveis residenciais na cidade também teve queda, de 3,31% em maio ante abril, acumulando três meses de baixa. 

 
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Estadão: Estoques de montadoras sobem a nível crítico e Fiat dá férias coletivas

Para aqueles que acreditaram no "milagre econômico", com crescimento e valorização infinitos, eis mais uma prova do estouro da bolha! Quem viver, verá!

A indústria automobilística fechou o semestre com venda recorde de 1,73 milhão de veículos, mas começa a se preocupar com o alto estoque nos pátios das fábricas e revendas. No fim de junho, havia 342 mil carros à espera de compradores, o equivalente a 33 dias de vendas. Para evitar que ultrapassem a margem considerada crítica pelo setor, acima de 35 dias, algumas empresas vão diminuir o ritmo de produção. 

A Fiat vai dar uma semana de férias coletivas na fábrica da Argentina, onde são produzidos os modelos Siena vendidos no Brasil. O grupo pode ainda parar a fábrica de Betim (MG), por uma semana, neste mês ou em agosto. "A partir de 35 dias de estoque começa a pesar significativamente nos custos das empresas", diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini.
(...)

É o terceiro mês neste ano que os estoques chegam a 33 dias, mas é a primeira vez que ultrapassa o volume total de vendas do mês, de 304,4 mil unidades, 4,5% a menos que em maio.

O atraso nas prestações vencidas há mais de 90 dias é de 3,6% de todos contratos, numa trajetória crescente. Era de 2,6% em janeiro, foi a 2,8% em fevereiro, a 3% em março e a 3,2% em abril.

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